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9 fatos reais sobre o Cavalier King Charles Spaniel

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Com sua pele esvoaçante e olhos castanhos suaves, é difícil resistir ao encanto do Cavalier King Charles spaniel.

1. FORAM CRIADOS EM SPANIELS DE BRINQUEDO.

O Cavalier King Charles spaniel é uma raça relativamente nova, embora seu predecessor, o spaniel de brinquedo, tenha sido incrivelmente popular entre os séculos 16 e 18. Esses pequenos cães de colo foram trazidos da França para a Escócia em 1500 pela Rainha dos Escoceses. Lá, eles aqueceram o colo da realeza e se aninharam nas camas das rainhas. Esses cães eram ocasionalmente apresentados ao lado de seus donos reais em pinturas de alguns dos maiores artistas da época, incluindo Ticiano, Van Dyck e Lely.


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2. O REI CHARLES II DEU-LHES SEU NOME.

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Os cães receberam o nome do Rei Carlos II, que gostava muito da raça. Dizia-se que o rei não iria a lugar nenhum sem pelo menos três spaniels em seus calcanhares. O amor era tão forte que alguns até acusaram o rei de negligenciar seu reino em favor de cuidar dos cães. Ele era conhecido como Cavalier King, que é de onde a raça recebe a outra parte de seu nome.

3. ELES TINHAM ACESSO A ALGUNS LOCAIS DE ALTA SEGURANÇA.

O rei Carlos II amava tanto seus cães que decretou que os cães não poderiam ter a entrada negada em qualquer edifício, nem mesmo nas Casas do Parlamento.



4. O PUG INFLUENCIU SEU OLHAR.

Depois que o rei Carlos II faleceu, a popularidade da raça começou a diminuir, e outros cães como o pug ganharam destaque. O spaniel King Charles foi criado com esses cães, o que lhe confere um focinho mais curto e uma cabeça em forma de cúpula. Essas características continuam vivas no King Charles Spaniel de hoje, que é uma raça diferente do Cavalier King Charles Spaniel.

5. A RAÇA FOI DIVIDIDA EM DOIS.

Na década de 1920, os spaniels King Charles tinham cabeças em forma de cúpula e focinhos curtos e atarracados. Embora essas características fossem desejáveis ​​para alguns, o columbófilo americano Roswell Eldridge ansiava pelos spaniels retratados em pinturas com o rei Carlos II. Ele viajou para a Inglaterra e ofereceu 25 libras pelos melhores exemplos de spaniels do “tipo antigo” - de preferência cães maiores com focinhos mais longos e elegantes.

Os criadores não estavam interessados ​​em enfrentar o desafio, pois haviam passado muito tempo aperfeiçoando a versão do nariz curto. (Os primeiros criadores que fizeram a tentativa foram ridicularizados.) No entanto, por fim, o interesse cresceu e um pequeno grupo de criadores aceitou o desafio. A variação recém-criada foi apelidada de Cavalier King Charles spaniel para diferenciá-la de suas contrapartes puggier. Infelizmente, Eldridge não viveu para ver os resultados de seu projeto - ele faleceu em 1928. O primeiro clube Cavalier King Charles Spaniel começou no mesmo ano, com uma cadela chamada Ann’s Son como o exemplo principal.

6. ELES ERAM ÍMÃS DE PULGA.

Chamados de cães de conforto, os Cavalier King Charles spaniels eram frequentemente levados para as camas. Eles foram feitos para atrair pulgas e serem mordidos em vez de seus donos, salvando assim seus humanos da peste ou de outras doenças.

7. RONALD REAGAN TEVE UM.

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Em 1985, o presidente Ronald Reagan deu a sua esposa um Cavie chamado Rex para o Natal. Seu primeiro trabalho como primeiro cão foi acender as luzes de Natal com a pata. Rex viveu um estilo de vida decadente, completo com uma casinha de cachorro chique projetada por Theo Hayes, tataraneto do presidente Rutherford Hayes. Lá dentro, havia cortinas vermelhas e fotos emolduradas de seus proprietários penduradas nas paredes. Quando Reagan deixou o cargo, Rex foi presenteado com uma nova casinha no formato da Casa Branca e forrada com carpete de Camp David.

8. AS DIFERENTES CORES POSSUEM NOMES ESPECIAIS.

Cavies vêm em quatro cores diferentes e todos eles têm nomes exclusivos. Os apelidos são: Prince Charles (tricolor), King Charles (preto e castanho), Ruby (mogno) e Blenheim (castanho e branco).

9. BLENHEIM É UMA REFERÊNCIA A UMA BATALHA.

No início de 1800, o duque de Marlborough amava os spaniels King Charles e mantinha vários deles com marcações castanhas e brancas. Diz a lenda que quando o duque saiu para lutar na batalha de Blenheim, sua esposa ficou em casa cuidando de um spaniel que estava dando à luz. Para acalmar o cachorro e a si mesma, a esposa do duque pressionava o polegar contra a testa do cachorro. Chegou a notícia de que a batalha havia sido vencida e logo em seguida os filhotes nasceram com manchas vermelhas na cabeça. É claro que isso foi apenas uma coincidência, mas muitos acreditaram que as marcas vieram da pressão do polegar da duquesa. Como resultado, a coloração, chamada de 'mancha de Blenheim', recebeu o nome da batalha. A família continuou a criar cães Blenheim até o início de 1900.